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Você sofre com dores crônicas? Descubra a Terapia de Ondas de Choque com Dr. Antonio D'Almeida

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Você sente dor constante nas articulações, especialmente no ombro, quadril, cotovelo ou joelho?

Esses podem ser sinais de bursite ou tendinite, uma inflamação dolorosa que pode afetar sua qualidade de vida. Felizmente, há uma solução eficaz e moderna: a Terapia por Ondas de Choque (TOC).

Este método praticamente indolor e não invasivo utiliza ondas acústicas para tratar diversas condições, muitas vezes substituindo a necessidade de cirurgia, possibilitando resultados impressionantes em pacientes que não obtiveram alívio com outros tratamentos, incluindo a fisioterapia.

"A eficácia é perceptível nas primeiras sessões, sem necessidade de internação e com a vantagem de reduzir o uso crônico de medicamentos." Dr. Antonio D'Almeida

Atuação das Ondas de Choque

  • Ação Mecânica: Formando microbolhas que eclodem, causando a fragmentação da calcificação.
  • Ação Vascular: Promovendo a neovascularização, melhorando a irrigação e oxigenação local.
  • Ação Analgésica e Anti-inflamatória: Estimulando a liberação de enzimas que atuam na dor e inflamação.

Recomendações da Terapia por Ondas de Choque

A terapia altamente recomendada para tratar tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fascite plantar e esporão de calcâneo, tendo aprovação do FDA. Popular nos Estados Unidos e na Europa, vem ganhando espaço no Brasil devido à sua eficácia e excelente custo-benefício, sendo de oito a dez vezes mais econômica que uma cirurgia, além de minimizar os riscos associados à internação hospitalar.

No CREB, a terapia pode ser combinada com acupuntura, hidroterapia e reabilitação física, oferecendo um tratamento completo para os problemas musculoesqueléticos.

Não deixe a dor limitar sua vida!

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Artrose em mulheres: maior consumo de leite, menor progressão da doença?

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O hábito de consumo regular de leite e a menor progressão da artrose de joelhos

Um recente estudo realizado pela Universidade de Harvard analisou o fato de mulheres com hábito de consumo regular de leite apresentarem uma menor progressão da artrose de joelhos. A redução do espaço articular do joelho foi comparado entre mulheres portadoras da doença ao longo de quatro anos pelos pesquisadores de Harvard.

Naquelas que nunca consumiram leite, a redução do espaço articular foi de 0,38 mm ao longo de quatro anos. Em mulheres que consumiam até seis copos de leite por semana, a redução do espaço articular foi de 0.29mm. E em mulheres com consumo de sete ou mais copos de leite por semana, a redução foi de 0,26mm.

Portanto, além de ajudar a manter uma boa suplementação de cálcio para o fortalecimento dos ossos e prevenção de fraturas, o leite ajuda ao tratamento da artrose de joelho. “Recomendamos aos nossos pacientes que além da medicação, reabilitação física por meio da hidroterapia, exercícios específicos para o joelho e a viscossuplementação, incluam em sua dieta alimentar o leite”, afirma Haim Maleh, professor de Reumatologia da UFRJ e Fisiatra e Reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, que acaba de voltar de Paris, onde participou ativamente do Congresso Europeu de Reumatologia.


Lúpus: é possível tratar as manifestações que a doença traz

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Doença reumática autoimune, crônica, sistêmica e de causa desconhecida, o Lúpus acomete principalmente mulheres, entre 15 e 35 anos, e não é contagioso, ao contrário do que muita gente pensa.

Os sintomas variam de paciente para paciente, mas os mais frequentes são dores articulares, manifestações cutâneas, inflamação da pleura e do pericárdio, anemia, alterações dos glóbulos brancos e plaquetas e doença renal.

“É possível dizer que lúpus não é uma única doença, mas várias doenças com o mesmo nome. É muito comum ouvirmos do paciente a queixa de que ele já procurou vários médicos, que não acertaram o diagnóstico. Um Reumatologista experiente deve ser consultado. Cursa com períodos de exacerbação e de remissão. Acomete principalmente mulheres em idade fértil, por conta das alterações hormonais. Apesar disso, as mulheres com Lupus podem engravidar desde que haja um planejamento junto ao seu reumatologista”, afirma a Reumatologista Elisa Fernandes, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Diagnóstico do Lúpus

Segundo a médica, o diagnóstico do lúpus é definido a partir de critérios clínicos definidos pelo Colégio Americano de Reumatologia, com a ajuda de exames laboratoriais específicos solicitados pelo Reumatologista, como exame de sangue e de imagem, dependendo do caso apresentado.

É preciso avaliar caso a caso, sendo o tratamento individualizado. “A doença apresenta várias e diferentes manifestações. Tem paciente que chega ao consultório apenas com nefrite lúpica, ou seja, inflamação nos rins provocada pela doença, outros têm lesões cutâneas, inflamações articulares, enfim, há uma lista grande de manifestações, inclusive os olhos, o coração e pulmão. O tratamento medicamentoso naturalmente depende da manifestação apresentada”, diz a Dra. Elisa.

O acompanhamento do Reumatologista é fundamental. Ainda que em período de remissão, é preciso acompanhar o paciente, para que ele fique bem. De acordo com a Reumatologista, pacientes com lúpus devem evitar o sol, utilizando sempre protetor solar. Momentos de estresse também podem funcionar como um gatilho para a manifestação do lúpus. Ela também recomenda a prática de exercícios regulares e uma alimentação saudável.

“Há muito desconhecimento – e preconceito – sobre o lúpus. A doença não é contagiosa e é possível tratar as manifestações. Um Reumatologista deve ser consultado imediatamente”, finaliza ela.



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